No futebol, é comum o enfrentamento de Escolas de Futebol com estilos distintos. Normalmente os times de menor potencial ofensivo optam por se defender. A Copa do Mundo é uma oportunidade de observar esses duelos, entre defesas e ataques.
Diferentemente do futebol americano, a NFL com seus estádios emprestados para o futebol do mundo, não se travam duelos ataque X defesa. Não são quatro times, dois de cada vez em campo. Dá pra dizer que custa mais barato se defender. Ataques galáticos são caríssimos. Tem ficado muito claro, a evolução fantástica de sistemas defensivos, com onze dentro da área, bloqueios e linhas cada vez mais baixas reduzindo espaços para ataques velozes. Pra acelerar é preciso uma distância mínima, que esses times eliminam sem dó. Pra piorar, esses esquemas contam com o aprimoramento dos carrascos dos atacantes, os goleiros. Cada defesa milagrosa, um pesadelo para goleadores.
A fase de grupos é um ótimo lugar para estudar esses duelos, pois ali estão os times candidatos ao título encarando classificados mais fracos. Nessa arena, sofrer e não levar gols pode ser a única forma de sobreviver e sonhar em avançar para as próximas fases.
Já os times com ataques potentes, sofrem pressão. No basquete, muitos ataques caíram diante das defesas indevassáveis, pois o turnover é fatal quando há equilíbrio entre os adversários. Um contra-ataque com transição veloz é letal, e se aperfeiçoada, pode levar times defensivos muito mais longe.
Da série CARTELAS DO CARTILHA.


